-Clock Tower - Analise -
Comovente, sombrio, assustador e bizarro... tudo isso se aplica a um jogo: Clock Tower, do SNES (Clock Tower: The First Fear, como é chamada a versão de PS1).
Quem da antiga geração de players nunca teve pesadelos ou sofreu de paranóia por causa do querido Scissorman? Clock Tower gera mais tensão do que Silent Hill e mais insegurança do que Resident Evil e por que? Pelo simples fato de que é um Point and Click. Exatamente, point and click, quer atmosfera melhor para o terror do que um controle difícil e uma grande dificuldade de lutar contra seu perseguidor? Clock Tower também traz uma trama bizarra e comovente, que vai mudando de acordo com as decisões tomadas no jogo – o título foi um dos primeiros a apresentar finais alternativos, e apresenta 6, que variam de acordo com as mínimas escolhas durante o jogo, as vezes pode valer a pena deixar de olhar aquela janela que você acabou de ver um vulto – a história do jogo é em cima de um grupo de órfãs que foram adotadas por um milionário, Simon Barrows, e são levadas por sua esposa, Mary Barrows, até a sua mansão... apenas para descobrir o quão estranha, bizarra e sanguinária é a residência e o quão assassinos são os seus moradores..
A trilha sonora é sem dúvidas de tirar o fôlego para a época, a música Dont Cry Jennifer é considerada uma das maiores músicas de antagonismo já compostas e os efeitos sonoros são bem realistas.
Enfim, Clock Tower pode ser considerado um dos melhores jogos de terror de todos os tempos, deixando a maioria dos novatos de última geração no chinelo no quesito medo! Vale a pena jogar não só ele mas como toda a série que a procedeu: Clock Tower(Clock Tower II no Japão – PS1), Clock Tower II:Struggle Within(Clock Tower: Ghost Head no Japão – PS1) e Clock Tower 3(PS2). E aguardemos o filme da série que vem por aí!
-Creditos-
Game Clock Tower
Rina - Maya (Quem indicou o game para mim baixar e escreveu a analise)
domingo, 27 de setembro de 2009
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